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Como o maior bilionário do Brasil quer impor ideologia de gênero aos seus filhos



Primeiramente, vejamos o que diz o “Quem Somos” da Associação Nova Escola:

" A Associação Nova Escola é uma organização sem fins lucrativos. Nossa missão é transformar a Educação brasileira por meio de conteúdos e serviços de alta qualidade para professores e gestores do Brasil. A associação foi criada em 2015 com o apoio de sua mantenedora, a Fundação Lemann. Desde então, publica as revistas e sites NOVA ESCOLA e GESTÃO ESCOLAR, as maiores e mais tradicionais publicações para educadores do país. Até o nascimento da Associação, NOVA ESCOLA e GESTÃO ESCOLAR eram publicadas pela Fundação Victor Civita (FVC), onde se desenvolveram durante 30 anos e conquistaram milhares de leitores e leitoras. "

Primeiro vamos falar da Fundação Victor Civita, ligada ao empresário e jornalista Victor Civita que, não por acaso, foi o fundador da Editora Abril, a segunda maior editora do país. A Abril é responsável por diversas revistas de grande circulação no país, incluindo a Veja.

Já a Fundação Lemann é do empresário Jorge Paulo Lemann, o mais rico do país. Ela é quem mantém a Associação Nova Escola, conforme o site da própria entidade.

Mas o que isso tem a ver com Ideologia de Gênero?

Tem tudo a ver.

A Associação Nova Escola promove esta pauta, como se pode ver em artigo publicado ainda em 2015, ano de fundação da entidade. O artigo escrito por Wellinton Soares, intitulado “Educação sexual: precisamos falar sobre Romeo“, mostra o caso do menino britânico de 5 anos chamado Romeo Clarke, que ficou conhecido ainda em 2014 em virtude das notícias que relatavam como o garoto gostava de se vestir feito menina. Seguem abaixo alguns trechos da matéria:

O pequeno Romeo Clarke tem 5 anos e adora usar seus mais de 100 vestidos para as atividades do dia a dia. “Eles são fofos, bonitos e têm muito brilho”, explicou ao tabloide britânico Daily Mirror. Clarke virou notícia em maio do ano passado. O projeto de contraturno que ele frequentava na cidade de Rugby, no Reino Unido, considerou as roupas impróprias. O menino ficou afastado até que decidisse – palavras da instituição – “se vestir de acordo com seu gênero”. 

Depois, o texto diz:

O caso de Clarke não é único. Situações em que crianças e jovens que descumprem as regras socialmente aceitas sobre ser homem ou mulher – seja de forma intencional ou por não dominá-las – fazem parte da rotina escolar. 

O artigo segue falando sobre o assunto, dando exemplos, e depois chega aonde realmente quer chegar…

Você deve estar se perguntando onde a escola entra nessa discussão. Para que ela respeite a diversidade, as formações de professores precisam abordar o assunto. É o melhor caminho para disseminar o que as pesquisas já descobriram sobre a construção dos gêneros.

O caso, aqui, é que tudo isso está pautado em uma mentira ideológica. A tal “teoria de gênero” não tem fundamentos científicos, é uma tese que alguns cientistas alinhados ideologicamente defendem porque suas pesquisas são sustentadas por políticas públicas, mas está longe de ser um conceito aceito pela comunidade científica.

Ainda assim, o maior problema é que existem essas tentativas sutis de impor a pauta nas escolas. O objetivo é não apenas que professores “respeitem as diferenças”, mas que eles ensinem isso (a ideologia de gênero) em sala de aula, que eles passem esse conceito para seus alunos.

Tudo fica mais claro quando o artigo se queixa da resistência contra algumas das tentativas de imposição do tema, como ocorreu com o Kit Gay. Veja:

O caso mais notório aconteceu em 2011. Como parte do programa Brasil sem Homofobia, especialistas produziram para o governo federal cadernos com conteúdo pedagógico que colocavam o tema em discussão. A intenção era que o material fosse distribuído a escolas de todo o país. Antes da impressão, entretanto, congressistas ligados a entidades religiosas se opuseram ao projeto. Apelidado de “kit gay”, o conteúdo foi acusado de estimular “a promiscuidade e o homossexualismo” – termo em desuso por remeter a doença (hoje, fala-se em homossexualidade).

Besteira!

O Kit Gay era um material a ser distribuído para crianças em idade escolar e ele realmente tinha o intuito de estimular tendências sexuais. Não se tratava de material educativo, uma vez que ia muito além de apenas ensinar que tais diferenças de fato existem. O material tratava do assunto como se fosse não apenas comum, mas desejável que meninos – crianças mesmo, não homens adultos – se beijassem. O assunto era tratado como algo extremamente positivo e nem mesmo mencionava que em alguns casos há, de fato, distúrbios envolvidos.

Perceba que a questão não era ensinar às crianças o respeito às diferenças, mas incentivá-las a serem diferentes do que são. Por isso houve resistência e por isso gerou polêmica. O Kit Gay era, de fato, uma abominação colocada em pauta por grupos de interesse.

Tudo isso, hoje, é financiado pelo maior bilionário do país. É por isso que não há exagero algum em dizer que existem pessoas poderosas tentando impor a ideologia de gênero nas escolas. Está bastante claro que gente muito influente age por trás das cortinas nessa direção.

Um comentário:

  1. Tenho tb que lembrar um caso americano do garotinho que tinha esta tendência. Quando chegou a idade escolar ele foi matriculado, apoiado pela Psicóloga ou Administradora do governo e da própria diretora da escola, com nome de menina e com vestidinho de menina com autorização para usar o banheiro das meninas. Resultado, não deu outra. Na época eu já previa o futuro, nesta questão. Vcs sabem que as menininhas têm seus segredinhos, não sabem? Só estes educadores e os pais do menininho não sabiam. Mas, descoberto o engodo, a trapaça ele foi proibido de usar a toilete feminina e agora meu? Um problemão pior do que a solução dos inteligentes educadores. Eu sugiro a este milionário que ao invés de atentar contra a moral e os bons costumes, e certamente ele não filhos com tais tendências e não queira padronizar, ou, generalizar um casinho de fulano ou beltrano para toda sociedade, porque este é um argumento, no mínimo burro, ainda mais indicado por um educador. Para que perder seus tempos e dinheiro, construindo linhas pedagógicas para convencer os pais, ou criar um labirinto para ir dirigindo a boiada para uma finalidade doentia de suas mentes, um objetivo que é exclusivo de sua razão ou inteligência particular e não cria tais preceitos para a sua família em particular. Não tem filhos que queiram vestir vestidinhos? Então adota todos eles, do mundo inteiro e cuida deles com o seu dinheirinho e dê as soluções que desejar dentro de sua família. Faça suas experiências próprias dentro de sua família e não encha o saco, meu!!! Melhor solução seria vc dirigir sua ONG para reeducação de presidiários, o que acha? Ou então, usar seu dinheirinho, e entrar em contato com a instituição norte-americana que reeduca adolescentes presidiários utilizando um setor das forças armadas especializada em reeducação onde o índice de recuperação dos jovens infratores, presidiários, chega a 95%? Não destrua. Construa. Não jogue seu dinheiro pelo ralo. Utilize-o, multiplicando os benefícios e não deturpando o que está certo. Não nade contra a corrente, seu burro!!! É de graça, não precisa me remunerar por tais sábios conselhos, seu merdão!!!

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