Ads Top

Jair Bolsonaro comparece ao velório do jovem policial Leonardo e faz comentário sobre a morte do policial.


O jovem policial Leonardo morreu afogado em uma perseguição a um traficante de drogas, na perseguição o traficante se jogou em um rio, os policias tentaram parar o bandido mas acabaram caindo na água,  a correnteza arrastou o policial que tentou segurar em uma canoa mas infelizmente acabou quebrando,um dos policiais foi retirado da água pelos outros colegas que estavam na operação, mas o soldado e o suspeito desapareceram, sendo encontrado o corpo após 3 dias de busca.
O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC), pré-candidato à presidência da República, marcou presença no velório e enterro do policial militar Leonardo Assunção, em Lorena, na manhã desta sexta-feira (12). Outros representantes dos órgãos de segurança, como Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Exército Brasileiro, também estiveram presentes e prestaram homenagem ao soldado do 3º Baep (Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar).




“Esse fato marcante de agora ele serve para uma coisa. Para cada um de nós humanos, se colocar no lugar do pai ou da mãe. Mas como homem e pai que sou, peço que os homens se coloquem no lugar do pai. É um momento, que nós pedimos a Deus, para que nós não passemos por essa situação do Capitão Leonardo, meu colega de farda. Esse é o sentimento da vida, eu já vi em Brasília, homem poderosíssimo chorar ao lado do caixão do seu filho, independente do seu passado. Antonio Carlos Magalhães, quando perdeu seu filho em 1998, ele só disse uma coisa: ‘Deus, porque ele e não eu’. Esse é o sentimento de todos os pais e dessa forma que eu comprimento e peço a Deus que conforte a família do soldado Assunção”, disse o deputado federal durante um entrevista a rádio Mix FM Vale, na manhã desta sexta.
Bolsonaro ainda esteve em um encontro com simpatizantes na noite de quinta-feira (11), em São José dos Campos, e também comentou sobre a morte do policial militar, apontando a culpa para as leis e aos direitos humanos.
“Esse colega morreu, com toda certeza, porque não quis atirar. Porque se atirar, acerta mais dois tiros em um vagabundo e é acusado por excesso. Vai que esse vagabundo não tenha nenhuma passagem pela polícia ou atira de uma arma de calibre mais grosso que o marginal, será condenado por uso moderado da força. Nós temos que dar na lei o excludente de ilicitude (não haverá crime), para ele atirar, matar, responder e não ser punido. Porque eu posso estar armado aqui e vocês não podem estar aí? qual a diferença da minha vida, para a vida de vocês?”, declarou o candidato à presidência.

Os direitos humanos como sempre, nenhum pronunciamento até agora, se fosse um bandido morto pelo policial, a midia, os direitos humanos e os jovens " revolucionarios " estariam em protesto em favor do marginal.




Nenhum comentário:

Tecnologia do Blogger.